A doença do refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo do estômago retorna repetidamente para o esôfago, provocando sintomas ou complicações. Os sintomas mais característicos são azia, sensação de queimação atrás do peito e a regurgitação.
Entre os fatores associados às doenças da tireoide estão:
Sobrepeso e obesidade, especialmente aumento da gordura abdominal.
Hérnia de hiato.
Refeições volumosas ou próximas ao horário de dormir.
Tabagismo.
Álcool.
Alguns alimentos e bebidas podem desencadear sintomas em determinados pacientes.
Alguns medicamentos podem favorecer ou agravar o refluxo.
A associação entre obesidade e refluxo é particularmente importante, e perda de peso é uma das medidas de estilo de vida com melhor evidência para pacientes com excesso de peso.
Não existe rastreamento de rotina para doença do refluxo em pessoas sem sintomas. A investigação deve ser considerada quando os sintomas são frequentes, persistentes, recorrentes ou não respondem adequadamente ao tratamento. A endoscopia digestiva alta é particularmente importante quando existem sinais de alarme, como:
Dificuldade ou dor para engolir.
Sangramento digestivo.
Anemia.
Perda de peso inexplicada.
Vômitos persistentes.
Outros sinais que levantem suspeita de doença estrutural.
Sim. O tratamento pode incluir desde mudanças de hábitos e/ou medicamentos específicos em situações apropriadas. A abordagem deve ser individualizada e o tratamento deve ser reavaliado periodicamente, evitando tanto o uso insuficiente quanto o uso desnecessário de medicamentos.
A Doença do Refluxo persistente pode estar associada a:
É importante, entretanto, não alarmar: a maioria dos pacientes com refluxo não desenvolverá câncer de esôfago. Estudos mostram que pacientes com Doença de Refluxo não erosiva apresentam risco muito diferente daqueles com doença erosiva.
Azia ocasional é comum; azia frequente não deve ser banalizada. Fique atento aos sintomas persistentes, dificuldade para engolir, perda de peso, anemia ou sangramento precisam de avaliação médica. O objetivo não é simplesmente “cortar a acidez”, mas confirmar o diagnóstico quando necessário, tratar adequadamente e prevenir complicações.