“Diabetes tipo 2: o tratamento agora vai muito além da glicemia”

As novas recomendações da Diabetes tipo 2 trazem que o tratamento deixou de ser pensado apenas em torno da glicemia. A SBD 2026 apresenta uma abordagem que considera simultaneamente controle glicêmico, adiposidade, peso e prevenção de complicações cardiovasculares e renais. A proteção renal passou a ter papel central na escolha do tratamento. Para pessoas com DM2 e doença renal crônica, a diretriz recomenda inibidores de SGLT2 com benefício demonstrado para reduzir progressão da DRC e eventos cardiovasculares.

O GLP-1 ganhou importância também pelo benefício cardiorrenal e a diretriz recomenda agonistas de GLP-1 com benefício demonstrado em pessoas com DM2 e DRC para reduzir progressão da doença renal e risco cardiovascular. O peso passou a fazer parte explícita da estratégia terapêutica. Na SBD 2026, em adultos com DM2 e IMC ≥30 kg/m², recomenda-se considerar agonista de GLP-1 ou coagonista GLP-1/GIP para redução primária do peso, independentemente da HbA1c e do risco cardiorrenal. Para IMC entre 27 e <30 kg/m², a mesma estratégia deve ser considerada.

A SBD 2026 atualizou o tratamento da doença renal do diabetes. Internacionalmente, o ADA Standards of Care 2026 também passou a recomendar que SGLT2 possam ser mantidos em determinados pacientes com TFG <20 mL/min/1,73 m² que não estejam em diálise, e incluiu orientação sobre terapia baseada em GLP-1 em pessoas em diálise.

Assim você acha que tem ou se tem já procurou seu nefrologista para verificar doença renal? A diabetes?

Importante: este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica, diagnóstico ou tratamento individualizado.

Veja o estudo na integra:

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